domingo, julho 17, 2005

HOJE

Hoje é dia de presente, nem de memórias, nem de ficções.
Hoje é dia de continuar, hoje é dia de um pé adiante do outro, de um sentido da existência que só pode estar, a partir de hoje, inscrito num outro devir.
Hoje é dia de uma antropologia moderna que já afirmou, há séculos que “as paixões da alma fazem bem ao corpo e as paixões do corpo fazem bem à alma.”
Hoje é dia de, apesar de tudo, acreditar que a nossa civilização pode ainda ser uma civilização da imagem em busca da luz, como o foi em tempo medievos.
Hoje é dia de prosseguir trabalhos, reflexões, aprendizagens, estudos e muitos diálogos e disputationis.
Hoje é dia da humildade do aprendiz.
Hoje é dia que só pode resultar da memória que hoje está prenhe de ontem.
Hoje é dia de parabéns!
Hoje é o dia de dizer como é importante ter consciência de saber que “há um tempo para tudo”.
Durante dois dias inteiros, tive o prazer de ouvir boas comunicações em várias línguas, o prazer de rever amigos, professores, conhecidos, conhecer novas pessoas, conviver, mergulhar na minha Universidade e no meu Departamento, sentar à roda de uma mesa, numa fantástica companhia, primeiro num jantar, mais tarde, num outro espaço, bem mais informal, numa boa conversa, tudo em homenagem à nossa ilustre Professora Doutora Cândida Pacheco, senhora de grande sabedoria e sentido do humano.
Parabéns Professora, pelo seu aniversário!
E, mais uma vez obrigada, por me fazer sentir de novo em casa.